C
C7
F
C
G
C
G
Quão glor
C
ioso, cris
G
tão, é pens
C
ares
Na cidade que não tem ig
Dm
ual
Onde os muros são de puro ja
G
spe
E
G7
as ruas de ouro e cris
C
tal
G
Pensa
C
como se
G
rá glor
C
ioso
Ver-se a
Gm
triun
C7
fal multid
F
ão
Que cantan
D7
do aguarda a chega
C
da
Am
Dos que
Dm
vencem a tribula
G
ção
C
G
Pensa
C
como se
G
rá glor
C
ioso
Ver o rio da
Am
vida e l
Dm
uz
Cujas margens juncadas de
G
lírios
São a gl
Dm
ória de n
G7
osso Jesu
C
s
G
Haverá
C
lá perp
G
étua aur
C
ora
Pois D
Gm
eus mesmo a
C7
alumia
F
rá
D7
E o Cordeiro, com Sua es
C
pos
Am
a
Noite e
Dm
dia resp
G
landecer
C
á
G
Pensa
C
na celesti
G
al melo
C
dia
Que
Am
a terra enc
Dm
herá, de Beulá
E das harpas a doce harmon
G
ia
G7
Ao passar o Jordão se ouvi
C
rá
G
Mesmo em d
C
ores que
G
levam à mor
C
te
Sê cons
Gm
tante, não
C7
voltes at
F
rás
Tua he
D7
rança, tua eterna so
C
rte
Am
É Je
Dm
sus, o Fi
G
el, o Ver
C
az
Se é glorioso pen
G
sar nas gra
C
ndezas
Nos prazeres que a
Am
codem a
Dm
qui
Qual será desfrutar as riq
G
uezas
Que e
G7
speram os salvos, al
C
i?
G
Os enc
C
antos do
G
mundo não p
C
odem
Ofusc
Gm
ar essa gló
C7
ria dalé
F
m
Não al
D7
mejas viver, ó a
C
migo
Am
Nessa
Dm
formosa
G
Jerusa
C
lém?